Edupunk

Tem um novo termo voando supersonicamente pela web:

edupunk - edupunk

Ele representa a frustração com os ambientes virtuais de aprendizagem e aponta para um estilo diferente de ensinar e aprender.

O punk se rebelou contra a música popular previsível propondo uma atitude “faça você mesmo”.

Edupunk é uma rebelião contra os ambientes virtuais de aprendizagem que tornam todos os sites de cursos previsíveis, propondo a mesma idéia do “faça você mesmo” - ou do aututor, antes pato que gato-sapato e docência online independente de que tenho falado por aqui.

O termo reflete também a resistência à inserção de recursos Web 2.0 (simplificados) em ambientes como o Blackboard, em sua nova versão. Essa atitude vem sendo desenvolvida por todos nós, e portanto não pode ser empacotada como tecnologia proprietária.

Nascido num irado post de um blog em 25/05/08, a palavra já está na wikipedia e já saiu no Chronicle of Higher Education.

4 respostas para “ Edupunk ”

  1. Eri disse:

    hehehehe é veia ciberpunk pulsando, afinal o ciberpunk tá raiz da cibercultura. só não entendo pq a revolta contra os LMS rsrsrsrs na minha opinião o edupunk está intrinsecamente ligado à aprendizagem (informal) na internet.

  2. Eri disse:

    Mattar,
    já estou dentro desse movimento. adorei!!!!

  3. Sérgio F. Lima disse:

    Opa Mattar!

    Devo dizer que primeira vez que elio este termo! E foi aqui :-)

    []’s

  4. De Mattar » Blog Archive » Vídeos em EaD disse:

    […] As reflexões de Alexandra de que a complexidade do universo acadêmico não combinam com o amadorismo (letra d) e a falta de estrutura e controle (letra f) do YouTube (e da Web 2.0 podemos dizer) também me parecem muito questionáveis. Em primeiro lugar, essa suposta complexidade pode ser encarada como um exercício de resistência da academia, de se recusar a mudar. Além disso, parece-me que é possível ser complexo e profundo mesmo sem controle rígido, num ambiente mais caótico e usando ferramentas de uma maneira mais amadora. É isso o que a educação 2.0 defende, e inclusive o recente conceito de edupunk. A resistência não é apenas contra o controle no presencial, mas também nos ambientes virtuais de aprendizagem tradicionais. […]

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